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As 5 forças de Michael Porter - Estratégia baseada na competitividade - Gestão de Negócios

11/04/2017

 

Michael Porter em 1979 criou um modelo de análise de competitividade entre empresas, conhecido como “Modelo das 5 Forças de Porter”, modelo para uso na construção e análise de cenários para construir a estratégia, modelo ainda muito aplicável e útil, mesmo após tantos anos desde sua criação.

O modelo exige análises de 5 forças definidas por Porter com objetivo de obter uma estratégia competitiva eficiente e eficaz, num mundo globalizado cada vez mais competitivo.

 

 

A primeira força é RIVALIDADE ENTRE CONCORRENTES, que analisa o quanto são agressivos os concorrentes; os principais concorrentes e suas participações de mercado; taxa de crescimento do mercado; preço e qualidade do produto; nível de inovação do produto e atendimento – atividades de marketing.

 

PODER DE BARGANHA DOS CLIENTES é a segunda força de Porter, analisa o poder de barganha que os clientes possuem sobre a empresa e seus concorrentes; o quanto os clientes nos têm nas mãos deles, que causa a briga entre concorrentes pela “maior qualidade” com o “menor preço”; participação no valor / volume de compra total versus produção da empresa.

 

PODER DE BARGANHA DOS FORNECEDORES, a terceira força, analisa o poder de barganha que os fornecedores possuem sobre a empresa; é o quanto a empresa está escrava ou não dos fornecedores; avalia o grau de diferenciação dos insumos; custo do insumo versus valor de venda do produto final; poucas ou muitas opções de fornecedores.

 

AMEAÇA DE NOVOS ENTRANTES, a quarta força, analisa as possibilidades de ameaças de ter que dividir mais ainda o mercado com novos concorrentes – avalia as barreiras e/ou vantagens para os novos concorrentes virem ou não em busca dos nossos clientes no mercado.

 

AMEAÇA DE PRODUTOS SUBSTITUTOS, essa quinta força de Porter analisa as possibilidades de entrada de novos produtos que desempenhem funções equivalentes aos produtos já existentes e venham substituí-los, podendo afetar significativamente a participação de mercado, lucratividade e até eliminar o produto existente da empresa num determinado prazo.

 

 

É importantíssimo ao fazer as análises das 5 forças considerar dados de pesquisas recentes, extraídas do mercado de fato, e não cair na armadilha de encurtar caminhos considerando-se opiniões do pessoal interno nessas análises.

 

Porter avalia que a ESTRATÉGIA COMPETITIVA de uma empresa deve aparecer a partir da análise da empresa numa comparação minuciosa das 5 FORÇAS em relação à concorrência, daí se define o tamanho da atratividade de uma determinada empresa e as principais ações que devem ser praticadas no curto, médio e longo prazo - para manter-se no mercado ou crescer.

 

Jorge Guzo

 

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